quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Israel em Miniatura

É galera... Vocês devem imaginar a razão de minha ausência este tempo todo certo?
Pois é, o TCC está quase no fim, mas enquanto isso peguei uma das fotos que tirei em Israel em 2007 e explorei aquele efeito, o Tilt Shift, que faz com que os elementos da foto pareçam miniaturas. O resultado você vê abaixo:

Como primeira tentativa, o resultado ficou bacana não?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

10 mentiras para enrolar designers e ilustradores

Isto é algo no mínimo importante de considerar...

1) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”

Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza riria da sua cara.

2) “Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final”
Essa é uma pegadinha. A partir do momento que você foi contratado para fazer o trabalho você DEVE pedir uma entrada. O motivo é simples, você está trabalhando desde o momento que se dispõe a fazer a reunião de briefing. Talvez um cliente mais inexperiente queira pagar após ver alguns esboços. Cabe a você aceitar ou não.

3) “Esse trabalho será ótimo para seu portfolio! Depois desse você vai conseguir muitos outros”
Essa é uma das mais típicas. E costuma fazer vítimas principalmente entre jovens que ainda estão estudando. Para não cair nessa, basta pensar “quanto o seu cliente vai faturar com o seu trabalho?”. Além disso, não esqueça que, mesmo que ele indique seu trabalho para outras empresas, com certeza ele dirá quanto custou (ou se foi de graça) e imagine o que os próximos irão querer?

4) Olhando para seus estudos e rascunhos: “Veja, não temos muita certeza se queremos seu trabalho. Deixe esses estudos comigo e vou falar com meu sócio/investidor/mulher, etc e depois te dou uma resposta”
Não dou 5 minutos para ele ligar para outros designers com seus estudos e conceitos criados na mão barganhando melhores preços. Quando você ligar de novo ele dirá que seu trabalho está muito acima do mercado, blá blá blá, e que Fulano Designer vai fazer o trabalho. Mas como eles conseguiram outro designer mais barato? Lógico, você já passou o conceito todo criado! Economizou horas para o designer que vai pegar o trabalho. Então, enquanto você não entrar em acordo com seu cliente NUNCA DEIXE NADA CRIATIVO no escritório dele!

5) “Veja, o job não foi cancelado, somente adiado. Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois”
Provavelmente não. Seria um erro você não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois. Ligue em dois meses e você verá que alguém estará trabalhando no job. E adivinhe! Eles nem ao menos sabem quem você é… e o dinheiro do início do trabalho, lógico, já era!

6) “CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?”
Sim, estamos. Até que alguma coisa dê errada ou ocorra um mal-entendido, e você se transforme no meu maior inimigo e eu sou o seu “designer estúpido”, aí o contrato é essencial! Simples assim! Ao menos que você não ligue em não ser pago. Qualquer profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e você deve fazê-lo também!

7) “Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica”
Por que esperar por esse deadline irrelevante? Você é honesto, não? Por que você deveria ficar preso a esse deadline? Uma vez entregue o trabalho, fature! Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento. Assim o material vai pra gráfica, precisa de alterações intermináveis e, adivinhe, ele arranja outra pessoa pra fazer as alterações necessárias, o material vai pra gráfica e você nem fica sabendo!

8 ) “O último designer fez esse job por R$ XX “
Isso é irrelevante. Se o último designer era tão bom por que ele te chamou? E quanto o outro cobrava não significa nada pra você. Pessoas que cobram muito pouco pelo seu tempo acabam fadadas ao insucesso (por auto-destruição financeira). Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso.

9) “Nosso orçamento para esse job é de XX reais”
Interessante, não? Um cara sai para comprar um carro e sabe exatamente quanto ele vai gastar antes mesmo de fazer uma pesquisa. Uma quantia de trabalho custa uma quantia de dinheiro. Se seu cliente tem menos dinheiro e ainda assim você quer pegar o trabalho, dedique menos horas a ele. Deixe isso bem claro ao seu cliente, que você dedicará menos tempo que o estimado para finalizar o trabalho porque ele não pode pagar por mais horas. A escolha é sua.

10) “Estamos com problemas financeiros. Passe o trabalho para nós e, quando estivermos em melhor situação, te pagamos.”
Claro, mas pode contar que, quando o dinheiro chegar, você estará bem lá no final da lista de pagamentos. Se alguém chega ao ponto de admitir que está com problemas financeiros então provavelmente o problema é bem maior do que parece. Além disso, você por acaso é um banco para fazer empréstimos? Se você quer arriscar, pelo menos peça dinheiro adicional pelo tempo de espera. Um banco faz isso, não faz? Por que provavelmente esse é o motivo deles quererem atrasar seu pagamento, ter 6 meses de dinheiro “emprestado” sem ter que pagar juros, o que não aconteceria se ele tivesse que emprestar do banco. Não jogue dinheiro fora!

Bom, o motivo de tudo isso não é deixar você paranóico ou coisa do tipo, mas sim injetar um pouco de realidade no mundo de fantasia da maioria dos designers. Você certamente vai tratar com pessoas muito diferentes de você. As motivações e atitudes certamente são diferentes. Eu infelizmente vejo, muitas vezes, exemplos de pessoas envolvidas em situações com a mais nobre das intenções e acabam literalmente se dando mal. Porque a maioria dos designers enxergam os trabalhos como uma oportunidade de fazer aquilo que mais gostam com dedicação, simplesmente porque amam o que fazem! A outra parte não tem a negociação tão idealizada ou romantizada, muito pelo contrário.

Como lidar com todas essas coisas e ainda assim fazer um trabalho criativo? Boa pergunta! É por isso que ir atrás da informação é importante. Você aprende a trabalhar com todas as técnicas do design, mas não aprende a arte da negociação. Muitos designers ignoram este aprendizado, o que é um grande erro. Sugiro que o mínimo seja incorporado assim certamente você não sentirá seu trabalho como uma grande perda de tempo e dinheiro!

Fonte: texto original em inglês Painter Creativity
Tradução: Debora Behar

Vi aqui

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

E se...

E se alguém resolvesse imprimir a internet?

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Cristal

Pois é minha gente... O futuro é agora! Ok, isso foi clichê, que se danem os clichês!

Rodando pelos milhares de blogs que acompanho, deparei-me com uma mesa de centro um bocado incomum: a Cristal, criada pela Media Interaction Lab para facilitar nossas vidas. Nunca mais nos preocuparemos com os quinze controles remotos diferentes ou com as incompatibilidades daqueles controles universais.

A mesa, acionada pelo (cada vez mais comum) touch screen, tem o poder de controlar sua casa inteira, ou quase toda...

Confira o vídeo de demonstração abaixo:



Só me pergunto o que acontecerá caso a tela se quebre ou o touch screen deixe de funcionar...

Vi aqui.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Últimas Novas

Pois é caro leitor, muitas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo. Algumas boas e outras nem um pouco!

Um exemplo fácil é a gripe suína (ou melhor, gripe A ou H1N1), que veio para apavorar os facilmente apavoráveis. Mas se eu não estou tão preocupado, você também não deve estar. Explico o por quê: uso quatro ônibus e dois trens no caminho ida-e-volta de casa à Editora Globo, e como vocês devem imaginar, com este frio, a primeira coisa que as pessoas fazem ao entrarem nos ônibus é fechar as janelas. Lógico! Assim o frio não entra! E é também assim que o famigerado vírus da gripe não sai... Se você está lendo isso e se identificou com esta pessoa que fecha o vidro, eu lhe faço um apelo: NÃO FECHE ESTA M****!!! A primeira coisa que eu faço ao entrar em um ônibus é abrir as janelas, mesmo com temperaturas externas capazes de congelar nossos focinhos...

Creio que esta deveria ser a campanha em todas as mídias para evitar a propagação desta pandemia: "Abra um janela!", já que o povo, com a educação digna de um terceiro mundo, nem imagina que é assim que se adquire uma doença transmissível pelo ar. E não vou nem falar sobre os trens, que não possuem janelas e, quando está frio, o maquinista, que controla o ar condicionado, deixa de ligá-lo! E com razão, afinal ninguém gosta de passar frio... NOT! O ar não deveria ser controlado por ele (o maquinista)... me dá vontade de apertar aqueles botões de "Em caso de emergência, aperte aqui para falar com o maquinista" e contar para ele a emergência, já que, com certeza, ele não está a par.

Ok! Segundo assunto: O Michael Jackson morreu... WTF?! Eu jurava que ele era imortal...

E para finalizar, àqueles que não ficaram sabendo, ocorreu em São Paulo entre os dias 22 e 26 de julho o Anima Mundi e, de novo, eu não fui... Maaaassss, tive a oportunidade de ver alguns dos curtas inscritos em diversas categorias do festival através do grande You Tube do, maior ainda, Google, que irá dominar o mundo em um futuro próximo.

Entre eles, gostei bastante deste que foi escolhido pelo júri popular como o melhor curtametragem (isso fica muito estranho sem hífen) tanto pelo público de São Paulo quanto pelo do Rio de Janeiro. Chama-se "Mon Chinois" (Meu Chinês) e foi desenvolvido por um francês chamado
Cédric Villain. Ele o fez como se emulasse, através de slides, um projeto científico no qual expõe os esteriótipos e clichês sobre, principalmente, os chineses, chegando à conclusão de que, ao serem vistos somente como esteriótipos, quaisquer povos e culturas não passam de fantasmas ou, em suas palavras, sombras.

Confiram:

sábado, 4 de julho de 2009

Mas hein!?

Uau! O que são todos estes blogs relacionados? E essa lista de Meta? Esse topo... quem é esse louco? Ah! Sou eu... Já não me lembrava de todas as alterações que havia feito mais de um mês atrás! Esta falta de uma frequência definida de posts é algo que preciso trabalhar... mas você, leitor, deve ter em mente que sou um cara ocupado, com responsabilidades... NOT

Bom, o que importa é que estou aqui novamente para a alegria da galera (*palmas).

Venho por meio deste, postar duas ahn... "coisas" que merecem destaque. A primeira recebi por email lá na Editora Globo e trata-se de algo que pode acontecer com qualquer um que possui notebooks Apple. Não quero falar muito, vejam por si mesmos:

video

A segunda, é um pictograma um tanto peculiar que se encontra afixado em uma porta que dá acesso a algum recinto que não faço ideia do que seja também na Editora Globo. Minhas leituras seguem após a imagem:


Eis algumas possibilidades de leitura:
1: "Empurre seu colega paraplégico de costas em uma rampa íngreme" (by Michel).
2: "Se divirta brincando com sua cadeira de rodas em subidas".
3: "Desça engrenado".

Se você tiver mais alguma possibilidade de leitura, entre em contato com Fátima no horário comercial... ou simplesmente deixe seu comentário (e pode comentar o vídeo também).

Até a próxima... que seja breve!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Hi. Human Interface.

Depois de um mês sem postar nada, aqui vai um vídeo de uma instalação em Barcelona de um grupo de designers que explora a interação natural que existe entre os seres humanos e a tecnologia. Não preciso falar muito, basta assistir para entender. E quem gostar pode entrar no site deles (Multitouch Barcelona) e conferir mais projetos. Aliás o próprio site é "interativo"... Enjoy it!